segunda-feira, 27 de abril de 2026
Engarrafamentos diários...
A rotina diária do trânsito no Rio de Janeiro é previsível e desgastante: engarrafamentos contínuos nas principais vias da cidade, um consumo enorme de combustível, horas inúteis e consequências para a saúde física e mental dos motoristas e passageiros. A tecnologia de câmeras, sensores e radares pouco ajuda na fluidez do tráfego. É inadmissível não vermos agentes públicos de trânsito com drones e motocicletas procurando gargalos no trânsito e até compensando semáforos. A certeza é só pagar impostos como IPVA e agonizar no trânsito infernal. A sensação é que as autoridades desistiram de tentar usar o cérebro para melhorar a questão. Se não vejo atitudes concretas na tentativa de soluções, abram mão do nosso suado dinheiro.
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Calçadas Perigosas...
Idosos frágeis e mães com seus bebês nos carrinhos imaginam transitar com segurança nas calçadas, o único refúgio sagrado que por décadas sempre foi considerado um local urbano indicado para pedestres. Após nova regulamentação, bicicletas normais, elétricas e patinetes ganharam autorização de trafegar até 6 quilômetros por hora, lei que veio alterar a obrigatoriedade antiga de descer e empurrar o veículo. Legislar fantasiosamente é enganar a opinião pública. É impossível fiscalizar a velocidade em todas as calçadas da cidade. O pedestre merece e tem direito à segurança, que só será alcançada com a proibição total de veículos nas calçadas. Outras soluções remetem à demagogia perigosa e ineficiente.
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Foco no Paciente...
Antes da invenção dos microcomputadores, uma consulta médica era uma conversa direta e focada nas queixas dos pacientes. Atualmente, médicos focam toda a atenção na digitação e na tela, compreensivelmente preocupados em não deixar de registrar nuances importantes da consulta. Nós, pacientes, sentimo-nos como intrusos atrapalhando uma importante missão. A inteligência artificial já está propiciando o retorno do foco no paciente em médicos mais antenados com a modernidade. A conversa direta voltou enquanto a IA vai "ouvindo" e gravando toda a consulta. Após a saída do paciente, os algoritmos resumem e analisam a consulta, podendo inclusive sugerir terapias e medicamentos, sempre com o ajuizamento final do profissional médico. O paciente sai da consulta valorizado como personagem principal, merecedor de toda a atenção da medicina moderna.
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